"«Pensas que não te vejo, que não te sinto. Engano. Puro engano. Quando te escrevo, seguro-te bem junto a mim.»
Emmi e Leo são os protagonistas de um amor virtual apaixonante, que passou por todo o tipo de emoções, menos a de um encontro físico. A relação, iniciada no irresistível Quando sopra o vento norte, parece ter chegado a um impasse. Leo decide partir para os EUA, renunciando a um amor impossível.
Quando regressa, longos meses depois, o encontro entre ambos concretiza-se. Mas Emmi continua casada e Leo tem em Pamela o amor estável com que sempre sonhara.
Só que, na verdade, os dois amantes nunca estiveram mais apaixonados. Conseguirão eles, por fim, vencer o destino que parece teimar em separá-los?"
Foi uma leitura agradável, apesar de não ter a originalidade e a frescura do seu antecessor, e de ás vezes sentir que as situações andavam continuamente às voltas sem sair do sítio. Mas as relações às vezes são mesmo assim, e no case de Emmi e Leo, todas as circunstâncias, dúvidas e sentimentos contribuem para que o desenvolvimento não seja linear.
Quem gostou do primeiro vai gostar deste também.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Junho de 2013) ***
quarta-feira, 12 de junho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Bella Andre - Sedução
"Charles Gibson é um escritor de êxito, mas devido aos temas que escreve afasta as mulheres e sujeita-se a blind dates que os amigos lhe propõem. Candance Whitman, recém-chegada à literatura erótica, tem encontrado diversos obstáculos pelo caminho. Cansada de ser criticada, decide ir a uma conferência de escritores com o objectivo de aprender, onde acaba por conhecer o seu ídolo: Charles Gibson, o autor best-seller de romances eróticos. Charles propõe-lhe cinco lições para lhe ensinar as noções básicas do erotismo, criação de cenas, ou seja, conselhos muito válidos para obter bons resultados. Mas o que nenhum dos dois esperava era que as lições teóricas passassem à prática. Infelizmente, a desilusão de Candace em relação ao novo romance que está a escrever - no qual Charlie desempenha o papel principal - ameaça-lhes a possibilidade de desfrutar de um amor verdadeiro. Conseguirá ela separar a fantasia da realidade?"
Numa palavra: "Não!".
O livro acaba por só ter duas personagens, embora haja uma história dentro da história com mais duas, que são o reflexo do que se passa entre Candace e Charles.
A trama é demasiado linear, utilizando sempre uma linguagem crua, embora contextualizada, e as cenas de sexo, embora até estejam bem (d)escritas, não me atraíram. Questiono se o problema já terá vindo do original, uma vez que a escritora já tem alguma reputação no campo da literatura erótica / sensual, ou se a tradução tem algo a ver com isto.
De positivo tem o facto de ser um livro pequeno e de fácil leitura.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Junho de 2013) **
Numa palavra: "Não!".
O livro acaba por só ter duas personagens, embora haja uma história dentro da história com mais duas, que são o reflexo do que se passa entre Candace e Charles.
A trama é demasiado linear, utilizando sempre uma linguagem crua, embora contextualizada, e as cenas de sexo, embora até estejam bem (d)escritas, não me atraíram. Questiono se o problema já terá vindo do original, uma vez que a escritora já tem alguma reputação no campo da literatura erótica / sensual, ou se a tradução tem algo a ver com isto.
De positivo tem o facto de ser um livro pequeno e de fácil leitura.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Junho de 2013) **
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Bella Andre,
Romance Erótico
Isabel Allende - A Ilha debaixo do mar
"Zarité foi vendida aos 9 anos a um rico fazendeiro de Saint-Domingue. No entanto, não conheceu o esgotamento das plantações de cana nem a asfixia e o sofrimento dos moinhos, porque foi sempre uma escrava doméstica. A sua bondade natural, força de espírito e noção de honra permitiram-lhe partilhar os segredos e a espiritualidade que ajudavam os seus, os escravos, a sobreviver, e conhecer as misérias dos amos, os brancos. Isabel Allende dá voz a uma mulher lutadora que singrará na vida, apesar das partidas do destino. Zarité é uma heroína que, contra todas as adversidades, conseguirá abrir caminho para alcançar a liberdade."
Adorei o livro, apesar de todas as vezes que me arrepiei pela forma que os seres humanos eram tratados só porque a pele não era branca, fossem eles negros, mulatos ou indígenas.
A acção passa-se maioritariamente em Saint-Domingue (o actual Haiti) e em Nova Orleães nos finais do século XVIII e conta-nos a vida, às vezes na primeira pessoa, da escrava Zarité, conhecida como Teté.
Tal como em livros anteriores, também neste se aprende muito sobre a história do Novo Continente.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Junho de 2013)
Adorei o livro, apesar de todas as vezes que me arrepiei pela forma que os seres humanos eram tratados só porque a pele não era branca, fossem eles negros, mulatos ou indígenas.
A acção passa-se maioritariamente em Saint-Domingue (o actual Haiti) e em Nova Orleães nos finais do século XVIII e conta-nos a vida, às vezes na primeira pessoa, da escrava Zarité, conhecida como Teté.
Tal como em livros anteriores, também neste se aprende muito sobre a história do Novo Continente.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Junho de 2013)
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Isabel Allende,
Romance
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Dan Brown - A conspiraçao
"O Presidente Zachary Herney está a lutar por uma duríssima reeleição. O seu opositor, o Senador Sedgwick Sexton, é um homem com amigos poderosos e uma missão: privatizar a NASA e reduzir as suas despesas. O Senador tem numerosos apoiantes que beneficiarão com a mudança, especialmente depois do embaraçoso episódio de 1996, em que o governo de Clinton foi informado pela NASA de que havia provas de existência de vida noutros planetas.
Lutando para sobreviver a uma série de erros que ameaçam a sua imagem política, a NASA faz uma descoberta atordoadora: um estranho meteorito enterrado no Árctico. O Presidente é informado de que o objecto encontrado vai ter implicações determinantes no programa espacial americano. Contudo, dada a reputação vacilante da agência espacial norte-americana, será a descoberta válida ou não?
Rachel Saxton, uma investigadora dos Serviços Secretos da Casa Branca, é destacada para confirmar a autenticidade do achado. Rachel tem como missão resumir relatórios complexos em notas de uma página. Neste caso o Presidente precisa dos seus dados antes da última declaração que fará ao povo americano e que será decisiva na sua reeleição.
Acompanhada por uma equipa de especialistas, incluindo o carismático oceonógrafo Michael Tolland, Rachel descobre o impensável: provas de um embuste científico, de uma cilada que ameaça mergulhar o mundo em controvérsia. Mas antes de conseguir contactar o Presidente, Rachel e Michael são vítimas de uma perseguição sem tréguas ao longo do Árctico, refugiam-se num submarino nuclear e acabam por ser aprisionados num pequeno barco na costa de New Jersey, enquanto a capital norte-americana ferve de expectativas relativamente a mais uma fraude científica e os ânimos se exaltam nas antecâmaras do poder no interior da ala esquerda."
Ainda está para vir o livro de Dan Brown que me decepcione, porque este ainda não foi o tal.
Embora haja umas embrulhadas - há sempre - e umas situações um bocado rebuscadas, o livro é interessante e custava-me parar de ler.
O enredo passa-se no Árctico e em Washington e acima de tudo mostra o poder da política, até onde podem ir os seus tentáculos e de como todos têm planos secretos e o que são capazes de fazer para atingir os seus objectivos.
A descrição de um presidente aparentemente descontraído fez-me lembrar o sr. Obama.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Maio de 2013)
Lutando para sobreviver a uma série de erros que ameaçam a sua imagem política, a NASA faz uma descoberta atordoadora: um estranho meteorito enterrado no Árctico. O Presidente é informado de que o objecto encontrado vai ter implicações determinantes no programa espacial americano. Contudo, dada a reputação vacilante da agência espacial norte-americana, será a descoberta válida ou não?
Rachel Saxton, uma investigadora dos Serviços Secretos da Casa Branca, é destacada para confirmar a autenticidade do achado. Rachel tem como missão resumir relatórios complexos em notas de uma página. Neste caso o Presidente precisa dos seus dados antes da última declaração que fará ao povo americano e que será decisiva na sua reeleição.
Acompanhada por uma equipa de especialistas, incluindo o carismático oceonógrafo Michael Tolland, Rachel descobre o impensável: provas de um embuste científico, de uma cilada que ameaça mergulhar o mundo em controvérsia. Mas antes de conseguir contactar o Presidente, Rachel e Michael são vítimas de uma perseguição sem tréguas ao longo do Árctico, refugiam-se num submarino nuclear e acabam por ser aprisionados num pequeno barco na costa de New Jersey, enquanto a capital norte-americana ferve de expectativas relativamente a mais uma fraude científica e os ânimos se exaltam nas antecâmaras do poder no interior da ala esquerda."
Ainda está para vir o livro de Dan Brown que me decepcione, porque este ainda não foi o tal.
Embora haja umas embrulhadas - há sempre - e umas situações um bocado rebuscadas, o livro é interessante e custava-me parar de ler.
O enredo passa-se no Árctico e em Washington e acima de tudo mostra o poder da política, até onde podem ir os seus tentáculos e de como todos têm planos secretos e o que são capazes de fazer para atingir os seus objectivos.
A descrição de um presidente aparentemente descontraído fez-me lembrar o sr. Obama.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Maio de 2013)
sábado, 27 de abril de 2013
Isabel Allende - O caderno de Maya
"Sou Maya Vidal, dezanove anos, sexo feminino, solteira, sem namorado por falta de oportunidade e não por esquisitice, nascida em Berkeley, Califórnia, com passaporte americano, temporariamente refugiada numa ilha no sul do mundo. Chamaram-me Maya porque a minha Nini adora a Índia e não ocorreu outro nome aos meus pais, embora tenham tido nove meses para pensar no assunto. Em hindi, Maya significa feitiço, ilusão, sonho, o que não tem nada a ver com o meu carácter. Átila teria sido mais apropriado, pois onde ponho o pé a erva não volta a crescer."
Não sendo um dos meus livros preferidos da autora, a verdade é que foi-se lendo bem. Os saltos no tempo trazem alguma profundidade na composição da personalidade de Maya. Embora acabe por ser uma história com final feliz, não é de todo previsível.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Abril de 2013)
Não sendo um dos meus livros preferidos da autora, a verdade é que foi-se lendo bem. Os saltos no tempo trazem alguma profundidade na composição da personalidade de Maya. Embora acabe por ser uma história com final feliz, não é de todo previsível.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Abril de 2013)
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Isabel Allende,
Romance
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Nota Roberts & J.D. Robb - Naquele Tempo
E o passado de Laine acaba de a encontrar... de uma forma bem dramática. O seu tio, há muito sumido, aparece de repente na sua loja, apenas para deixar um aviso misterioso antes de ser atropelado mortalmente na rua. Pouco depois, a casa dela é revirada por assaltantes. Agora cabe a Laine e a um homem deliciosamente misterioso chamado Max Gannon, descobrir quem anda atrás dela, e porquê. A resposta está num tesouro escondido, um tesouro que vai mudar não só a vida de Laine mas também a de futuras gerações."
É interessante ver as duas partes da história: uma mais virada para o romance, com uma pontada de policial e outra policial com uma pontada de romance.
O que é certo é que tenho dois livros da J.D. Robbs (ofertas da Feira do Livro do ano passado) e nunca lhes peguei. Até fiquei com curiosidade para ler mais sobre Eve e Roarke.
Sobre a primeira parte, bem é um livro da Nora Roberts, para bem e para o mal, e está tudo dito. As fórmulas dela não variam muito.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Abril de 2013)
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Romance
quinta-feira, 4 de abril de 2013
José Rodrigues dos Santos - O Códex 632
"A mensagem enigmática foi encontrada por entre os papéis que um velho historiador deixara no Rio de Janeiro antes de morrer.
MOLOC
NINUNDIA OMASTOOS
Tomás Noronha, professor de História da Universidade Nova de Lisboa e perito em criptanálise e línguas antigas, foi contratado para descodificar esta estranha cifra. Mas o mistério que ela encerrava revelou-se para além da sua imaginação, lançando-o inesperadamente na pista do mais bem guardado segredo dos Descobrimentos: a verdadeira identidade e missão de Cristóvão Colombo. "O enredo não é novo: afinal quem foi Cristovão Colombo?
A pedido da American History Foundation, Tomás de Noronha segue os passos do falecido Prof. Toscano sobre o que era suposto serem as investigações para as comemorações dos 500 anos da descoberta do Brasil. Mas rapidamente Noronha se apercebe que sobre o Brasil há muito pouco e o Prof. Toscano estava a fazer uma investigação profunda sobre Colombo.
Através de imensas referências a autores, livros e documentos históricos - tantas que até cansa - Noronha consegue chegar a conclusões imprevisíveis (e por vezes um pouco forçadas) sobre a verdadeira história do navegador.
Apesar de algumas partes do livro serem pouco claras e muito repetitivas sobre a origem do descobridor da América, vale a pena pela parte histórica sobre a época dos Descobrimentos em que se baseia o livro.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Abril de 2013)
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Romance
sábado, 30 de março de 2013
Boa Páscoa
Feliz Páscoa!
Aproveitem o fim-de-semana prolongado (para os sortudos, aproveitem as férias) para por a leitura em dia.
:)
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Outros
Juliette Benzoni - Na Cama dos Reis - Noites de Núpcias
"Muito já se publicou sobre o casamento. Mas pouco, ou quase nada, sobre os momentos íntimos no segredo das alcovas depois das cerimónias oficiais.
Juliette Benzoni, historiadora e romancista, soube encontrar o fio condutor dos escritos e memórias de várias personagens da História, desde noites de núpcias de deuses, de reis a príncipes. Noites grandiosas de Alexandre, o Grande, noites resignadas de Luís XVI, noites reticentes, noites de lágrimas, estranhas, entusiastas e desesperadas. Noites dramáticas, da tenda de Átila, o Huno ao quarto de Mayerling, terminam em amor ou ódio instilados no sangue.
Este livro conduz-nos por estas noites secretas e nunca reveladas e que, por vezes, mudaram o curso da História.
Noites dos Grandes. Mas talvez também as nossas. Todos podemos reencontrar as nossas experiências e confrontar as nossas decepções e sonhos."
Há muito tempo que não comprava um livro e o lia logo de seguida. Tenho uma porção deles para ler e decidi lê-los por ordem de aquisição. "Na cama dos Reis - Noites de Núpcias" foi uma excepção e não me arrependo (principalmente depois do fiasco anterior).
Já tinha lido alguns romances da autora, mas este em nada se parece com eles ou, já agora, com nenhum romance que eu já tenha lido.
O livro conta-nos, com grande rigor histórico e sempre muito bem enquadradas, as histórias e as tramas dos casamentos, dando destaque... às noites de núpcias, claro. Com um toque de humor na visão do que aconteceu, "Na cama dos Reis - Noites de Núpcias" é um excelente lição de História para compreender as mentalidades, tradições e politicas da época.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Março de 2013)
Juliette Benzoni, historiadora e romancista, soube encontrar o fio condutor dos escritos e memórias de várias personagens da História, desde noites de núpcias de deuses, de reis a príncipes. Noites grandiosas de Alexandre, o Grande, noites resignadas de Luís XVI, noites reticentes, noites de lágrimas, estranhas, entusiastas e desesperadas. Noites dramáticas, da tenda de Átila, o Huno ao quarto de Mayerling, terminam em amor ou ódio instilados no sangue.
Este livro conduz-nos por estas noites secretas e nunca reveladas e que, por vezes, mudaram o curso da História.
Noites dos Grandes. Mas talvez também as nossas. Todos podemos reencontrar as nossas experiências e confrontar as nossas decepções e sonhos."
Há muito tempo que não comprava um livro e o lia logo de seguida. Tenho uma porção deles para ler e decidi lê-los por ordem de aquisição. "Na cama dos Reis - Noites de Núpcias" foi uma excepção e não me arrependo (principalmente depois do fiasco anterior).
Já tinha lido alguns romances da autora, mas este em nada se parece com eles ou, já agora, com nenhum romance que eu já tenha lido.
O livro conta-nos, com grande rigor histórico e sempre muito bem enquadradas, as histórias e as tramas dos casamentos, dando destaque... às noites de núpcias, claro. Com um toque de humor na visão do que aconteceu, "Na cama dos Reis - Noites de Núpcias" é um excelente lição de História para compreender as mentalidades, tradições e politicas da época.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Março de 2013)
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Juliette Benzoni,
Romance
Georgette Heyer - Black Sheep
"Na Inglaterra do século XIX, Abigail Wendover, ainda solteira aos 28 anos, ocupa o seu tempo com a rica família e as obrigações sociais: jantares, bailes, vestidos. A sua mais recente preocupação é a recém-descoberta paixão da sobrinha Fanny pelo belo Stacy Calverleigh - um interesseiro falido que vê na jovem sua possibilidade de recuperação financeira. Mas ela parece não ver isso.
Para salvar a ingénua sobrinha de uma decepção amorosa e um mau casamento, Abby tenta dissuadir o rapaz do golpe. Porém, acaba por se deparar com outro Calverleigh: Miles, tio de Stacy e a ovelha negra da família. Impetuoso, objetivo e desconcertantemente franco, ele fez fortuna na Índia, de onde acaba de chegar, mas é repudiado pela "boa sociedade" devido a um escândalo ocorrido há muitos anos.
O encontro desperta encantamento mútuo. Miles logo reconhece as qualidades de Abby, enquanto ela, a princípio, resiste ao charme do audacioso ovelha negra. Mas um sentimento verdadeiro a fará perceber que precisa enfrentar a sociedade e a família se não quiser abrir mão desse amor."
É a segunda vez que me enganam com a frase "Se gosta de Jane Austen vai de certeza gostar deste". Eu adoro os livros de Miss Austen e NÃO gostei deste. Não tem nenhuma profundidade, a troca de palavras entre os dois principais personagens é quase fútil. A Abby (a personagem principal) só se ri e diz que se preocupa com a sobrinha - embora não faça nada!!!! Nem vou falar que o livro parece inacabado...
A única coisa que o distingue de um qualquer romance barato é o sr. "Ovelha Negra" não ser bonito como habitualmente são os heróis dos romances.
Dou-lhe duas estrelas apenas por o livro estar em Inglês e por isso me obrigar a esforçar na esperança de afinal ser um bom livro, o que não aconteceu.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Março de 2013)
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Georgette Heyer,
Romance
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