"Laura Farleigh precisava de um marido. Se quisesse manter um teto sobre a cabeça dos irmãos, a orgulhosa filha do reitor teria de casar até ao dia do seu vigésimo primeiro aniversário. Ao encontrar inconsciente na floresta um misterioso desconhecido de rosto angelical e corpo de Adónis, que não se lembrava do nome e do passado, decide reclamá-lo como seu. Mal sabia ela que aquele anjo caído era afinal um demónio disfarçado.
Sterling Harlow, o famoso devasso conhecido como o «Demónio de Devonbrooke», acorda com o beijo encantador de uma formosa jovem que lhe confessa ser ele o seu prometido. Com as faces beijadas pelo sol e sardentas, Laura é uma jovem inocente apesar do encanto feminino das suas curvas. Quando lhe garante ser ele um perfeito cavalheiro, Sterling pergunta a si próprio se, para além da memória, terá perdido o juízo. Juraria não ser homem para se satisfazer apenas com beijos — principalmente os da doce e sensual Laura.
Tentando descobrir a verdade antes da noite de núpcias, um beijo inesquecível ateia a paixão que nenhum deles alguma vez esquecerá."
Precisava. A sério que precisava de um romance leve, simpático, da minha época preferida. Resisti durante muito tempo (também porque não tinha tempo para ler!!!!) mas precisava de ler um livro deste para me ajudar a curar a gripe (ou seja a manter-me na caminha).
Sobre a história propriamente dita, bem posso começar por dizer que a menina Laura, a personagem principal, é uma grande mentirosa. Mente por bons motivos, mas não deixa de ser uma mentirosa. E é engraçado saber que, mesmo a mentir, eu torci por ela. Não tanto como pela Lizzy e Mr. Darcy, mas queria um final feliz. Claro que já sabemos de antemão que num livro destes o final vai ser feliz, mas isso é irrelevante. O "Demónio de Devonbrook" fez-me lembrar outros duques/condes/nobres demónios, de outros livros. Mas mesmo assim claro que gostamos dele. Até porque o que conta nos livros é a imaginação e quem é que não gosta de imaginar um homem deslumbrante?
Questão: o que é que a capa tem a ver com a história?
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Março de 2014)
quinta-feira, 27 de março de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
Sasha Grey - Juliette Society
"Antes de irmos mais longe, quero esclarecer uma coisa.
Vou fazer-lhe três pedidos.
Primeiro: não se ofenda com o que ler daqui para a frente.
Segundo: ponha de lado as suas inibições.
Terceiro (e o mais importante): tudo o que lhe contar a partir daqui deve ficar entre nós…"
Catherine, uma jovem estudante de cinema que acaba de despertar para o erotismo, descobre a existência de um clube selecto e misterioso, no qual figuras poderosas exploram as suas fantasias sexuais, até as mais obscuras.
Estas novas experiências, que Catherine jamais sonhara concretizar, proporcionam-lhe momentos de intenso prazer… mas também podem tornar-se o seu pior pesadelo.
Sasha Grey dá-nos a conhecer uma sociedade secreta e elitista, onde o sexo não conhece limites."
Numa das críticas, dizia que era um livro diferente. E nisso tinha toda a razão. Mas é um diferente demasiado "out-of-box". Não tem fio condutor, não se percebe porque razão o namorado sai e muito menos porque volta, como se fossem mosaicos colados à sorte e que no final não mostram nenhuma imagem, apenas aquilo que são: pedaços soltos reunidos.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Março de 2014)
Vou fazer-lhe três pedidos.
Primeiro: não se ofenda com o que ler daqui para a frente.
Segundo: ponha de lado as suas inibições.
Terceiro (e o mais importante): tudo o que lhe contar a partir daqui deve ficar entre nós…"
Catherine, uma jovem estudante de cinema que acaba de despertar para o erotismo, descobre a existência de um clube selecto e misterioso, no qual figuras poderosas exploram as suas fantasias sexuais, até as mais obscuras.
Estas novas experiências, que Catherine jamais sonhara concretizar, proporcionam-lhe momentos de intenso prazer… mas também podem tornar-se o seu pior pesadelo.
Sasha Grey dá-nos a conhecer uma sociedade secreta e elitista, onde o sexo não conhece limites."
Numa das críticas, dizia que era um livro diferente. E nisso tinha toda a razão. Mas é um diferente demasiado "out-of-box". Não tem fio condutor, não se percebe porque razão o namorado sai e muito menos porque volta, como se fossem mosaicos colados à sorte e que no final não mostram nenhuma imagem, apenas aquilo que são: pedaços soltos reunidos.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Março de 2014)
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Romance Erótico,
Sasha Grey
sábado, 22 de março de 2014
Barbara Taylor Bradford - Uma Carta Inesperada
"Justine Nolan é uma mulher de sucesso com uma carreira artística fulgurante. Mas as memórias que guarda com mais carinho remontam à sua infância, um tempo que recorda como mágico. De visita a casa da mãe, Justine abre inadvertidamente uma carta que vai mudar tudo o que ela julgava saber sobre a sua família e até sobre si própria.
As revelações são tão chocantes que a jovem pede a ajuda e o conforto de Richard, o seu irmão gémeo. Juntos, resolvem descobrir a verdade custe o que custar. Mas para o fazer, ela terá de viajar até Istambul - a vibrante e sedutora cidade onde se cruzam Ocidente e Oriente. É um lugar com os seus próprios segredos e cujo magnetismo aproxima Justine de um homem fascinante que parece saber mais do que aquilo que está disposto a revelar.
E quando os enigmas ocultos durante décadas pareciam finalmente deslindados, Justine recebe um revelador livro de memórias. No coração deste diário reside a sua verdadeira identidade. Esta é a sua grande oportunidade de sarar as feridas de traições do passado e de abraçar um novo amor e uma nova vida."
A personagem principal, Justine, é fantástica, perfeita, encontra o homem perfeito ao primeiro olhar, não há dificuldades, não há erros, não há dúvidas. As restantes personagens são apagadas pelo fulgor de Justine. A "má da história" é básica, é simplesmente o poço de todos os defeitos.
É demasiado preto e branco. Demasiado fácil, demasiado perfeito. Demasiado sem sal.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Março de 2014)
As revelações são tão chocantes que a jovem pede a ajuda e o conforto de Richard, o seu irmão gémeo. Juntos, resolvem descobrir a verdade custe o que custar. Mas para o fazer, ela terá de viajar até Istambul - a vibrante e sedutora cidade onde se cruzam Ocidente e Oriente. É um lugar com os seus próprios segredos e cujo magnetismo aproxima Justine de um homem fascinante que parece saber mais do que aquilo que está disposto a revelar.
E quando os enigmas ocultos durante décadas pareciam finalmente deslindados, Justine recebe um revelador livro de memórias. No coração deste diário reside a sua verdadeira identidade. Esta é a sua grande oportunidade de sarar as feridas de traições do passado e de abraçar um novo amor e uma nova vida."
A personagem principal, Justine, é fantástica, perfeita, encontra o homem perfeito ao primeiro olhar, não há dificuldades, não há erros, não há dúvidas. As restantes personagens são apagadas pelo fulgor de Justine. A "má da história" é básica, é simplesmente o poço de todos os defeitos.
É demasiado preto e branco. Demasiado fácil, demasiado perfeito. Demasiado sem sal.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Março de 2014)
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Barbara Taylor Bradford,
Romance
quarta-feira, 19 de março de 2014
J. K. Rowling - Uma Morte Súbita
"(...) romance sobre uma pequena comunidade inglesa aparentemente tranquila, Pangford, começa quando Barry Fairbrother, o conselheiro paroquial, morre aos quarenta e poucos anos. A pequena cidade fica em estado de choque e aquele lugar vazio torna-se o catalisador da guerra mais complexa que alguma vez ali se viveu. No final, quem sairá vencedor desta luta travada com tanto ardor, duplicidade e revelações inesperadas?"
Gostei do novo estilo da J.K. Rowling, apesar de ter lido aos bocadinhos de cada vez. Este facto, aliado ao número de personagens, fez com que me por vezes me sentisse um pouco perdida sobre quem era quem. Mas a culpa não é do enredo, mas do tempo que passava entre a leitura. Tenho a noção de que a minha opinião seria diferente se o tivesse lido seguido. Mesmo assim, recomendo.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Março de 2014)
Gostei do novo estilo da J.K. Rowling, apesar de ter lido aos bocadinhos de cada vez. Este facto, aliado ao número de personagens, fez com que me por vezes me sentisse um pouco perdida sobre quem era quem. Mas a culpa não é do enredo, mas do tempo que passava entre a leitura. Tenho a noção de que a minha opinião seria diferente se o tivesse lido seguido. Mesmo assim, recomendo.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Março de 2014)
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J. K. Rowling,
Romance
Ainda estou viva
Mais de meio ano depois, regresso.
desta vez não é por preguiça de escrever, foi mesmo por falta de tempo para ler. Ler uma página por dia - e em muitos dias nem isso conseguir - foi frustrante. Nunca me tinha acontecido demorar tanto tempo a ler um livro. Mas pronto, voltei e voltei em grande, cheia de vontade de ler.
Vou continuar não dar classificações pelos motivos aqui explicados.
desta vez não é por preguiça de escrever, foi mesmo por falta de tempo para ler. Ler uma página por dia - e em muitos dias nem isso conseguir - foi frustrante. Nunca me tinha acontecido demorar tanto tempo a ler um livro. Mas pronto, voltei e voltei em grande, cheia de vontade de ler.
Vou continuar não dar classificações pelos motivos aqui explicados.
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NaoLiterario
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Sylvain Reynard - O Inferno de Gabriel
O enigmático e sedutor professor Gabriel Emerson é um reputado especialista na obra de Dante. Mas à noite dedica-se a uma vida de prazer sem limites, não hesitando em usar a sua beleza de cortar a respiração para manipular as mulheres a satisfazerem cada capricho seu.
Talvez por isso se sinta torturado pelo passado e consumido pela crença de que está para lá de qualquer salvação.
Quando a jovem Julia Mitchell se inscreve como sua aluna de pós-graduação, Gabriel não consegue ficar indiferente. Ela é linda, deliciosamente inocente, um diamante em bruto para ele polir. Sempre que Julia se apercebe do olhar de predador dele, espera sentir receio, mas o que verdadeiramente sente é uma estranha luxúria que a assusta. Desejando desesperadamente possuí-la, Gabriel põe em perigo não só a sua carreira, como ameaça desenterrar segredos de um passado que preferia manter oculto.
Uma história inebriante sobre amor proibido, luxúria e redenção, O Inferno de Gabriel retrata a jornada de um homem que procura escapar do seu próprio inferno pessoal enquanto tenta conquistar o impossível: perdão e amor.
Será que os escritores apanharam a febre de Dante? Claro que O Inferno de Gabriel não tem nada a ver com o Inferno de Dan Brown - são tipos de escrita diferentes com públicos alvos completamente díspares. No entanto, ambos utilizam o conhecimento dos protagonistas sobre a "Divina Comédia" como fio condutor. Neste livro em particular, o amor entre Dante e Beatriz é constantemente comparado por Gabriel e Julianne/Julia com o seu.
Sobre as personagens, Julia é boazinha de mais, principalmente quando comparada com Christa, que parece estar lá só para reforçar a bondade e a inocência de Julia. O segredo do Gabriel parece-me um pouco forçado, embora coerente com o seu passado, não sendo justificação para o seu comportamento pré-Julia.
Tirando estes pormenores é um livro que "agarra", com um fio condutor interessante e verosímil, oferecendo uma leitura muito aprazível.
Após a leitura de "Porque és minha" de Beth Kery, tinha decidido não ler mais livros do género. Mas a R. sugeriu-me vivamente a leitura d'O Inferno de Gabriel dizendo que poucos pontos de contacto tinha com o de Kery. Apesar dele ser rico, giro e atormentado, as semelhanças terminam aqui. Aliás, a Goodreads proclama que é "Uma história imensamente erótica mas muito bem escrita sobre um homem em busca de redenção.", mas eu não a considerei de todo erótica. A comparação entre este livro e o livro de E.L. James - que a própria editora faz - não tem razão de ser: são estilos totalmente diferentes, quer de escrita quer na história. Mesmo assim a ser feita alguma comparação, O Inferno de Gabriel sai a ganhar.... a não ser para prefere livros com frequentes menções a atos sexuais. :)
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Agosto de 2013)
Talvez por isso se sinta torturado pelo passado e consumido pela crença de que está para lá de qualquer salvação.
Quando a jovem Julia Mitchell se inscreve como sua aluna de pós-graduação, Gabriel não consegue ficar indiferente. Ela é linda, deliciosamente inocente, um diamante em bruto para ele polir. Sempre que Julia se apercebe do olhar de predador dele, espera sentir receio, mas o que verdadeiramente sente é uma estranha luxúria que a assusta. Desejando desesperadamente possuí-la, Gabriel põe em perigo não só a sua carreira, como ameaça desenterrar segredos de um passado que preferia manter oculto.
Uma história inebriante sobre amor proibido, luxúria e redenção, O Inferno de Gabriel retrata a jornada de um homem que procura escapar do seu próprio inferno pessoal enquanto tenta conquistar o impossível: perdão e amor.
Será que os escritores apanharam a febre de Dante? Claro que O Inferno de Gabriel não tem nada a ver com o Inferno de Dan Brown - são tipos de escrita diferentes com públicos alvos completamente díspares. No entanto, ambos utilizam o conhecimento dos protagonistas sobre a "Divina Comédia" como fio condutor. Neste livro em particular, o amor entre Dante e Beatriz é constantemente comparado por Gabriel e Julianne/Julia com o seu.
Sobre as personagens, Julia é boazinha de mais, principalmente quando comparada com Christa, que parece estar lá só para reforçar a bondade e a inocência de Julia. O segredo do Gabriel parece-me um pouco forçado, embora coerente com o seu passado, não sendo justificação para o seu comportamento pré-Julia.
Tirando estes pormenores é um livro que "agarra", com um fio condutor interessante e verosímil, oferecendo uma leitura muito aprazível.
Após a leitura de "Porque és minha" de Beth Kery, tinha decidido não ler mais livros do género. Mas a R. sugeriu-me vivamente a leitura d'O Inferno de Gabriel dizendo que poucos pontos de contacto tinha com o de Kery. Apesar dele ser rico, giro e atormentado, as semelhanças terminam aqui. Aliás, a Goodreads proclama que é "Uma história imensamente erótica mas muito bem escrita sobre um homem em busca de redenção.", mas eu não a considerei de todo erótica. A comparação entre este livro e o livro de E.L. James - que a própria editora faz - não tem razão de ser: são estilos totalmente diferentes, quer de escrita quer na história. Mesmo assim a ser feita alguma comparação, O Inferno de Gabriel sai a ganhar.... a não ser para prefere livros com frequentes menções a atos sexuais. :)
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Agosto de 2013)
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Romance,
Romance Erótico,
Sylvain Reynard
Margaret Atwood - A História de Uma Serva
Uma visão marcante da nossa sociedade radicalmente transformada por uma revolução teocrática. A História de Uma Serva tornou-se um dos livros mais influentes e mais lidos do nosso tempo.
Extremistas religiosos de direita derrubaram o governo norte-americano e queimaram a Constituição. A América é agora Gileade, um estado policial e fundamentalista onde as mulheres férteis, conhecidas como Servas, são obrigadas a conceber filhos para a elite estéril.
Defred é uma Serva na República de Gileade e acaba de ser transferida para a casa do enigmático Comandante e da sua ciumenta mulher. Pode ir uma vez por dia aos mercados, cujas tabuletas agora são imagens, porque as mulheres estão proibidas de ler. Tem de rezar para que o Comandante a engravide, já que, numa época de grande decréscimo do número de nascimentos, o valor de Defred reside na sua fertilidade, e o fracasso significa o exílio nas Colónias, perigosamente poluídas. Defred lembra-se de um tempo em que vivia com o marido e a filha e tinha um emprego, antes de perder tudo, incluindo o nome. Essas memórias misturam-se agora com ideias perigosas de rebelião e amor.
Passado num futuro utópico, no país a que atualmente se dá o nome de Estados Unidos da América, uma Serva conta na primeira pessoa o dia-a-dia desde que foi colocada na casa de uma Esposa para que possa procriar em seu nome. A forma como recorda o passado e sente o presente vão sendo o fio condutor para percebermos a nova sociedade.
O final pareceu-me um pouco abrupto pois ficamos sem saber o que aconteceu com Defred... ou ao resto das personagens. Tudo o que ficam são conjeturas, feitas através da palestra que se encontra no capítulo final. Para mim, é o único ponto negativo.
Li o livro avidamente e confesso que me fez pensar nas liberdades que temos e que, ao consideramos como adquiridas, são menosprezadas.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Agosto de 2013)
Extremistas religiosos de direita derrubaram o governo norte-americano e queimaram a Constituição. A América é agora Gileade, um estado policial e fundamentalista onde as mulheres férteis, conhecidas como Servas, são obrigadas a conceber filhos para a elite estéril.
Defred é uma Serva na República de Gileade e acaba de ser transferida para a casa do enigmático Comandante e da sua ciumenta mulher. Pode ir uma vez por dia aos mercados, cujas tabuletas agora são imagens, porque as mulheres estão proibidas de ler. Tem de rezar para que o Comandante a engravide, já que, numa época de grande decréscimo do número de nascimentos, o valor de Defred reside na sua fertilidade, e o fracasso significa o exílio nas Colónias, perigosamente poluídas. Defred lembra-se de um tempo em que vivia com o marido e a filha e tinha um emprego, antes de perder tudo, incluindo o nome. Essas memórias misturam-se agora com ideias perigosas de rebelião e amor.
O final pareceu-me um pouco abrupto pois ficamos sem saber o que aconteceu com Defred... ou ao resto das personagens. Tudo o que ficam são conjeturas, feitas através da palestra que se encontra no capítulo final. Para mim, é o único ponto negativo.
Li o livro avidamente e confesso que me fez pensar nas liberdades que temos e que, ao consideramos como adquiridas, são menosprezadas.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Agosto de 2013)
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Margaret Atwood
Beth Kery - Porque és minha
No instante em que Francesca e Ian se conhecem, a atração é mútua; uma carga requintadamente física incendeia ambos. Para Ian, ela é o tipo de mulher a que ele não resiste: inocente e pura. Para Francesca, ele é o tipo de homem que ela mais teme e deseja: sombrio, extremo, autoritário, e interdito. O que se passa entre eles não pode ser ignorado — apenas acatado, evoluindo para um inevitável vínculo.
De um jato particular para um interlúdio em Paris, de um ousado encontro num museu público para a intimidade de um hotel de luxo, Francesca e Ian estão um com o outro sempre que o desejo se torna premente. Mas à medida que a relação deles fica mais intensa, Francesca descobre algo a respeito de Ian — e dela própria — que altera para sempre o jogo e os jogadores. É algo com que eles nunca contaram, algo que lhes faz girar as vidas, delirantemente fora de controlo…
São inevitáveis as comparações com a trilogia de E.L. James. E apesar desta ter ficado famosa pelas preferências sadomasoquistas de Mr. Grey, pareceu-me que a história de Ian e de Francesca tem muito mais descrições "picantes" (sendo eu uma leiga nestes assuntos de prazer pela dor, não sei se é mais real).
Uma pergunta que me perseguiu durante a trilogia e neste foi: "Se ninguém entra nos quartos privados, como é que estes são limpos? Será que o Grey ou o Noble gostam de limpar o pó durante os tempos livres?"
A verdade é que começo a ficar farta de homens (ou melhor, de personagens masculinas) que são podres de bons, podres de ricos e completamente atormentados e paranóicos, que mudam todo o seu comportamento autoproclamado decadente só porque conhecem uma menina linda (mas que não sabe que o é), inexperiente e sensível e que logo à partida têm muito sexo fabuloso, são orgasmos atrás de orgasmos, que não resistem a uma boa palmada.
Curiosidade minha: enquanto o lia a música "Get Off" do Prince passou-me muitas vezes pela mente.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Agosto de 2013)
De um jato particular para um interlúdio em Paris, de um ousado encontro num museu público para a intimidade de um hotel de luxo, Francesca e Ian estão um com o outro sempre que o desejo se torna premente. Mas à medida que a relação deles fica mais intensa, Francesca descobre algo a respeito de Ian — e dela própria — que altera para sempre o jogo e os jogadores. É algo com que eles nunca contaram, algo que lhes faz girar as vidas, delirantemente fora de controlo…
São inevitáveis as comparações com a trilogia de E.L. James. E apesar desta ter ficado famosa pelas preferências sadomasoquistas de Mr. Grey, pareceu-me que a história de Ian e de Francesca tem muito mais descrições "picantes" (sendo eu uma leiga nestes assuntos de prazer pela dor, não sei se é mais real).
Uma pergunta que me perseguiu durante a trilogia e neste foi: "Se ninguém entra nos quartos privados, como é que estes são limpos? Será que o Grey ou o Noble gostam de limpar o pó durante os tempos livres?"
A verdade é que começo a ficar farta de homens (ou melhor, de personagens masculinas) que são podres de bons, podres de ricos e completamente atormentados e paranóicos, que mudam todo o seu comportamento autoproclamado decadente só porque conhecem uma menina linda (mas que não sabe que o é), inexperiente e sensível e que logo à partida têm muito sexo fabuloso, são orgasmos atrás de orgasmos, que não resistem a uma boa palmada.
Curiosidade minha: enquanto o lia a música "Get Off" do Prince passou-me muitas vezes pela mente.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Agosto de 2013)
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Romance Erótico
Estrelas
Vou deixar de dar estrelas para avaliar os livros. Não posso comparar dois livros com objectivos diferentes. Se o objectivo é distrair não posso ler Dostoiévski, se o objectivo é aprender não posso ler Nora Roberts.
Assim sendo, além da sinopse, partilho apenas a minha (humilde) opinião.
Assim sendo, além da sinopse, partilho apenas a minha (humilde) opinião.
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NaoLiterario
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
José Rodrigues dos Santos - A Ilha das Trevas
Paulino da Conceição é um timorense com um terrível segredo. Assistiu, juntamente com a família, à saída dos portugueses de Timor-Leste e a todos os acontecimentos que se seguiram, tornando-se um mero peão nas circunstâncias que mediaram a invasão indonésia de 1975 e o referendo de 1999 que deu a independência ao país.
Só há uma pessoa a quem Paulino pode confessar o seu segredo - mas terá coragem para o fazer?
Mais do que um romance, o livro é uma narrativa do que se passou em Timor após a saída dos portugueses de Timor. A consciência de Paulino de Conceição é apenas uma "desculpa" para serem relatados todos os terríveis acontecimentos que se passaram naquele território e como culminaram na sua independência.
Quando comecei a ler desconhecia que tinha sido o seu primeiro romance, o que provavelmente ajuda a compreender o porquê de mais parecer um estudo jornalístico.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Agosto de 2013) - ****
Só há uma pessoa a quem Paulino pode confessar o seu segredo - mas terá coragem para o fazer?
Mais do que um romance, o livro é uma narrativa do que se passou em Timor após a saída dos portugueses de Timor. A consciência de Paulino de Conceição é apenas uma "desculpa" para serem relatados todos os terríveis acontecimentos que se passaram naquele território e como culminaram na sua independência.
Quando comecei a ler desconhecia que tinha sido o seu primeiro romance, o que provavelmente ajuda a compreender o porquê de mais parecer um estudo jornalístico.
Com desejos de boas leituras, até ao próximo livro.
AS
(Lido em Agosto de 2013) - ****
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